Orientação para a assistência técnica
Para o cliente entregar na oficina. O aparelho pode ser objeto de um pedido de ressarcimento de dano elétrico à distribuidora de energia, e o orçamento ou laudo será usado como prova. Pedimos que o documento seja escrito, datado e assinado, e que registre só o que o técnico pode afirmar.
1. Identificação
- Nome da oficina, CNPJ ou CPF, endereço e telefone
- Nome do técnico responsável e, se houver, registro profissional
- Nome do cliente e data de entrada do aparelho
2. Aparelho
- Tipo, marca, modelo e número de série
- Estado em que chegou (não liga, liga com defeito, sinais de queima)
3. Diagnóstico
- Defeito encontrado, descrito de forma objetiva
- Componentes e peças danificados (por exemplo: fonte, placa principal, compressor, módulo)
- Se for possível afirmar: se o defeito é compatível com sobretensão, surto ou descarga elétrica
- Outras causas possíveis que não podem ser descartadas (desgaste, umidade, oxidação, defeito de fabricação, instalação)
- Se não for possível afirmar a causa, escrever isso de forma clara
4. Orçamento
- Valor das peças e da mão de obra, separados
- Se o conserto não compensa, informar e indicar o motivo
- Prazo de validade do orçamento
5. Peças
- Devolver ao cliente as peças substituídas, identificadas
- Se houver conserto, emitir nota fiscal ou recibo do serviço
6. Assinatura
- Data, nome e assinatura do técnico; carimbo da oficina, se houver
Importante: a distribuidora pode pedir até dois laudos e orçamentos de oficinas não credenciadas, ou um de oficina credenciada por ela. Um laudo que registre os limites do que se pode afirmar costuma ser mais útil do que um laudo genérico.
Material informativo de Matsumoto, Harger & Tavares Advocacia · Sâmara Matsumoto, OAB/PR [PREENCHER] · Enerzon Harger, OAB/PR [PREENCHER] · Lucas Tavares, OAB/PR 120.039 · mht.adv.br/blog/danos-eletricos · Revisado em 07/11/2026.
Conteúdo informativo; não substitui a análise individual. A divulgação não garante resultado.